Como a MWM reduziu ajustes contábeis com um inventário patrimonial estruturado
Resultados Alcançados
Sobre MWM Motores e Geradores
A MWM é referência em soluções de energia e tecnologia industrial no Brasil, com décadas de atuação e alto padrão de controle em seus processos produtivos. O projeto teve como foco as unidades de São Paulo e Jundiaí , e foi conduzido com a urgência de atender a uma solicitação do corporativo, exigindo entrega antes do prazo estipulado em contrato.
O problema
O projeto da MWM foi marcado por uma exigência clara: inventariar e organizar duas unidades operacionais — São Paulo e Jundiaí — antes do prazo estipulado em contrato. Essa antecipação foi motivada por uma solicitação direta do corporativo, que dependia da emissão do laudo final para reporte interno.

“Os principais desafios foram manter a organização e a confiabilidade do nosso controle efetivo na localização dos ativos. Até porque a gente tem diversos departamentos dentro da empresa, vários centros de custos, então muitos itens são intercambiáveis.”
— Edson Vinicius, MWM Motores
Pergunta 1:
O que é a NWM?
Edson:
A MWM é uma multinacional brasileira, subsidiária da Tupy, especializada na fabricação de componentes estruturais para bens de capital.
Atualmente, atuamos como fabricantes de motores, geradores de energia, torres de iluminação e motobombas de irrigação.
Estamos há cerca de sete décadas no Brasil, atendendo diversos segmentos e exportando para aproximadamente 45 países.
Hoje, a empresa também oferece soluções completas em descarbonização, tanto para o campo quanto para a cidade. Além disso, contamos com um portfólio completo de peças de reposição, que é uma referência nas nossas operações de contratos de manufatura.
Pergunta 2:
Quais foram os principais desafios que vocês enfrentaram ao iniciar o inventário? nas unidades São Paulo e Jundiaí.
Edson:
Os principais desafios foram manter a organização e garantir a confiabilidade no controle da localização dos ativos.
Isso acontece porque temos diversos departamentos e centros de custo dentro da empresa. Muitos itens são intercambiáveis, ou seja, podem mudar de localização física conforme a necessidade de cada área.
Essa dinâmica exige um controle muito bem estruturado para evitar inconsistências.
Pergunta 3:
Como foi sua estratégia de gestão para garantir que todas as frentes estivessem alinhadas desde o início?
Edson:
Para garantir o alinhamento desde o início, utilizamos a comunicação interna como principal estratégia.
Contamos com o Tupy On, que é um aplicativo interno da empresa, e ele foi fundamental para informar todos os colaboradores sobre a realização do inventário de ativo imobilizado.
Isso ajudou a preparar as áreas e engajar as equipes desde o começo.
Pergunta 4:
Na sua visão, o que mais contribuiu para a fluidez da execução?
Edson:
Um dos principais fatores que contribuíram para a fluidez da execução foi a conscientização dos colaboradores sobre a importância do ativo imobilizado.
Ao longo dos anos, conseguimos implantar procedimentos e fortalecer essa cultura dentro da empresa.
Hoje, existe um entendimento claro de que a empresa é composta, basicamente, por ativos e que cada um deve cuidar deles como se fosse a própria casa. Isso faz toda a diferença no dia a dia.
Pergunta 5:
Como é o processo de descarte da MWM?
Edson:
O processo de descarte começa com a solicitação do próprio requisitante, que me envia as informações para análise.
Nessa solicitação, vêm dados como motivo do descarte, valor residual, identificação do bem, foto e número de patrimônio. Esse processo foi estruturado internamente e trouxe ganhos importantes.
Antes, alguns ativos eram descartados de forma inadequada. Hoje, conseguimos reavaliar e, muitas vezes, reaproveitar esses itens.
Após receber a solicitação, faço uma comunicação interna com todos os supervisores para verificar se algum departamento tem interesse no ativo. Já conseguimos reaproveitar muitos itens dessa forma.
Caso não haja interesse, seguimos com o descarte físico e, posteriormente, com a baixa contábil.
Pergunta 6:
Quais ganhos práticos você já percebe nas áreas envolvidas, como manutenção, contabilidade ou gestão patrimonial após o inventário?
Edson Responde:
Os ganhos práticos são bem visíveis, principalmente na facilidade de localização dos ativos.
Hoje, processos como movimentação, transferências e baixas são muito mais simples, porque existe um controle estruturado e uma cultura já consolidada dentro da empresa.
Com o tempo, os procedimentos foram sendo incorporados, e isso melhorou muito a organização. Um exemplo são os itens intercambiáveis, como uma apertadeira, que pode ser usada em diferentes departamentos, hoje conseguimos acompanhar isso com muito mais precisão.
No início, tivemos grandes desafios. Por exemplo, tínhamos uma linha de usinagem registrada contabilmente como um único ativo de 10 milhões de reais, mas composta por vários equipamentos.
Foi necessário abrir item por item, analisando pedido por pedido, para desmembrar corretamente esse valor.
No primeiro inventário que participei, tivemos um ajuste contábil de cerca de 3 milhões de reais, um valor bem significativo.
Com o passar do tempo, realizamos reuniões, implementamos procedimentos e estruturamos melhor o controle interno.
Três anos depois, já com a Afixcode, o ajuste caiu para cerca de 300 mil reais.
Essa redução mostra claramente a evolução do processo e o resultado do trabalho conjunto entre a equipe da MWM e a Afixcode.
Pergunta 7:
Olhando para tudo o que foi feito, o que mais te orgulha como gestor nesse projeto?
Edson:
O que mais me orgulha é saber que estamos deixando um legado dentro da empresa e conquistando reconhecimento interno.
Hoje, sou conhecido como referência na área de ativos dentro da MWM, gerenciando uma base de aproximadamente 600 milhões de reais e quase 40 mil itens. Isso representa uma grande responsabilidade e também uma confiança no trabalho desenvolvido.
Também é muito gratificante ver a redução dos ajustes contábeis e do tempo de inventário ao longo dos anos.
Esse projeto, inclusive, virou um case interno dentro da MWM, apresentado no Lean. Um dos destaques foi justamente a redução dos ajustes e o ganho de eficiência no processo.
E é importante destacar que esse resultado não é só meu, é um trabalho conjunto entre a equipe da MWM e a Afixcode.
Pergunta 8:
Você recomendaria Afixcode para as outras outras empresas que enfrentam o mesmo tipo de desafio?
Edson:
Sim, recomendaria e já recomendei diversas vezes.
Recebo muitas consultas por e-mail e ligações, e sempre indico a Afixcode. Foi uma escolha acertada desde o início.
Hoje, quando pensamos em novos inventários, nem cogitamos outras opções.
Então, com certeza, é uma empresa que eu recomendaria.
Pergunta 9:
Se pudesse resumir esse projeto em uma frase que diz que o trabalho é da equipe e o resultado é alcançado, qual seria?
Edson:
A frase que resume bem esse projeto é:
“Ninguém é tão bom quanto todos nós juntos.”
Isso reflete muito a cultura da MWM.
Quando cheguei na empresa, fiquei impressionado com o espírito de colaboração. Mesmo sem conhecer ninguém, percebi rapidamente como as pessoas se ajudam.
Independentemente do departamento, sempre há disposição para apoiar.
Isso faz com que a empresa funcione como um verdadeiro time e trabalhar assim é muito gratificante.
Essa é só uma das histórias que ajudamos a escrever.
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